Ela Levou Apenas 3 Meses para Alfabetizar seu Filho de 4 Anos de Idade

Tempo de leitura: 13 minutos

Ela levou apenas 3 meses para alfabetizar seu filho de 4 anos de idade. Estamos falando de Gisela Lamarca, nossa aluna do curso “Ensine seus Filhos a Ler – Pré-alfabetização“, que deu uma entrevista interessantíssima ao blog, contando como foi alfabetizar seu filho em casa. No fim, ela ainda passa algumas dicas para os pais que desejam trilhar o mesmo caminho. Assista!

Neste vídeo o professor Carlos Nadalim conversa com Gisela Lamarca, aluna da 2a turma do curso Ensine seus Filhos a Ler. Ela conseguiu alfabetizar seu filho de 4 anos seguindo apenas o programa do curso.

Prof. Carlos Nadalim: Hoje vou conversar com a Gisela Lamarca, uma aluna da 2a turma do curso Ensine seus Filhos a Ler. Seguindo todo o programa do curso, ela conseguiu alfabetizar o Alê, seu filho, que na época tinha 4 anos. Hoje ele está para completar 6 anos e já lê livros. Além disso, a Gisela, usando os exercícios do curso, auxiliou seu filho mais velho, Vinícius, com 12 anos, corrigindo algumas deficiências e melhorando seu desempenho em leitura e escrita. Gisela, boa noite. Quero saber como você conheceu o blog Como Educar seus Filhos e o curso Ensine seus Filhos a Ler.

Gisela Lamarca: As primeiras vezes em que ouvi falar sobre Carlos Nadalim foi por indicação do professor Olavo de Carvalho e ouvindo uma entrevista que a Camila Abadie fez com você no programa Encontrando Alegria, na rádio Vox.

Prof. Carlos Nadalim: Uma entrevista marcante…

Gisela Lamarca: “O Olavo de Carvalho para crianças”. Eu fiquei muito curiosa e comecei a procurar tudo o que havia sobre o assunto. Fiquei sabendo da primeira turma e já me preparei para estar na segunda. Fui acompanhando o blog, os vídeos, o Facebook, à espera da abertura da nova turma do curso que eu estava tão curiosa por conhecer. Embora eu tenha sido professora por um tempo, nunca tinha trabalhado com o método fônico e realmente o desconhecia.

Prof. Carlos Nadalim: Mas você é formada em Pedagogia?

Gisela Lamarca: Eu me formei em Pedagogia. Mas quando eu dava aula seguia a metodologia da rede municipal. E na faculdade de Pedagogia não se fala em método fônico. Falaram apenas en passant sobre os métodos, e naquela época o fônico não atraiu minha atenção. Mas a entrevista no programa da Camila despertou meu interesse e fiquei esperando para poder participar da segunda turma.

Prof. Carlos Nadalim: Como você introduziu esse dado de que você tem uma formação em Pedagogia, aproveito para perguntar se isso ajudou a aplicar as atividades do curso ou não?

Gisela Lamarca: Não. Vou ser sincera. O que eu vi no curso não tem nada a ver com o que aprendi na faculdade. Na faculdade a gente aprende sobre os nomes da Pedagogia, mas não se entra na questão do método, de nada. E acredito que não haja faculdade nenhuma de Pedagogia em lugar nenhum no Brasil que mencione todo esse cronograma, toda essa estrutura. Eu também fiz Magistério e, por mais que houvesse alguma coisa no Magistério que preparasse melhor o professor do que a faculdade de Pedagogia, ainda assim não apresentava o método fônico do jeito que é apresentado no curso.

Prof. Carlos Nadalim: É só para tranqüilizar aqueles pais que não têm uma formação em Pedagogia, porque a experiência que nós temos em todas as turmas é de que qualquer pessoa tem capacidade de aplicar as atividades, independentemente de ter uma graduação em Pedagogia.

Gisela Lamarca: Acho que basta ser mãe ou pai, porque a vontade de fazer é o que funciona.

Prof. Carlos Nadalim: Nosso blog chama-se Como Educar seus Filhos, e não Como Educar seus Alunos, embora alguns professores utilizem os conteúdos do blog. Nosso foco são as famílias, os pais. Agora quero saber como foi o progresso do Alê. Como tudo começou? Foi muito difícil aplicar as atividades? Quais foram os primeiros resultados? Quando isso aconteceu? Você poderia falar um pouco sobre isso?

Gisela Lamarca: A segunda turma, da qual eu fiz parte, começou no finalzinho de junho, praticamente em julho. A gente foi recebendo os vídeos e eu assistia duas ou três vezes cada um. Eram vídeos curtos com uma aplicabilidade bem simples. O vídeo apresentava o exemplo e eu aplicava com meu filho. Lembro muito da parte em que se falava que é preciso ter perseverança e tornar isso parte do dia-a-dia da casa. E foi isso que eu fiz. Assistia a um vídeo e aplicava com ele, assistia a outro e aplicava com ele. Depois acrescentava mais um exercício e ia intercalando. O esquema do curso é bem elucidativo. Logo depois de assistir ao vídeo, você já pode aplicar a atividade. E a criança acaba necessitando seguir adiante. Todas as aulas são esquematizadas justamente nessa ordem da evolução esperada da criança. E sempre se fala nos vídeos que, se seu filho tem 2 anos, se espera que ele aprenda assim, se ele tem 3 anos, que aprenda assado. E assim vai, até por volta dos 5, 6 anos, quando a criança vai aprendendo um pouco mais que a criança de 2, 3 anos. A evolução é de acordo com a idade e o desenvolvimento de cada criança; é algo muito individual. Por isso mesmo o curso se direciona para os pais. Para uma sala de aula, isso é quase inviável. Em casa, você está lá com seu filho e vendo diariamente a evolução dele.

Prof. Carlos Nadalim: Você está correta. Eu coordeno uma escola e, embora aplique as atividades do curso na escola, a rotina lá é outra. O programa que nós apresentamos no curso é destinado a famílias mesmo.

Gisela Lamarca: Ele é bem personalizado e feito de acordo com as etapas em que a criança está.

Prof. Carlos Nadalim: No começo o Alê demonstrava um progresso ou não? Foi mais lento no começo?

Gisela Lamarca: Na primeira semana ele fazia tudo o que estava sendo pedido. Na segunda semana ele queria aquela atividade, mas tinha vontade de fazer mais, de seguir adiante. Ele tinha 4 anos e pouco. Quando chegamos ao módulo II, que é grande e tem muitas brincadeiras – e a brincadeira é para eles, mas no fundo eles estão aprendendo o tempo inteiro –, ele amava. Ele falava: “O que vai ter hoje? ‘Procurando guloseimas’?”. E até hoje ele fala: “Eu quero ver o vídeo do Nadalim de brincar de procurar guloseimas, de bater na porta…”. Para ele era aventura pura e ele foi respondendo positivamente. A alfabetização é uma conseqüência tão natural que você não percebe a hora em que acontece, o processo vai acontecendo no dia-a-dia. A resposta deles é muito legal de ver. E é muito gratificante para nós, pais e mães, sermos os agentes desse desenvolvimento, de promover a alfabetização deles. O curso é de pré-alfabetização, mas a alfabetização vem naturalmente.

Prof. Carlos Nadalim: Acompanhando os vídeos que você publicava na comunidade e no Facebook, eu percebia que o Alê tinha uma idade lingüística acima da idade cronológica. Então não me espanto com esse resultado que você obteve com ele. Ele vai completar 6 anos, é isso?

Gisela Lamarca: Ele vai fazer 6 anos dia 23 de outubro e ele tem fluência na leitura.

Prof. Carlos Nadalim: Ou seja, ele já lê livros.

Gisela Lamarca: Lê. Outro dia ele estava com um livrinho sobre o saci-pererê de uma editora de jornal. Ele estava no semáforo e do semáforo até nossa casa ele terminou o livro. Ele disse: “Já acabou o livro. Eu preciso pôr mais livros no carro, mãe!”.

Prof. Carlos Nadalim: Impressionante! E, pelo que eu percebo, ele gosta muito de ler. Ou seja, a partir do momento em que ele adquiriu essa técnica de leitura, o gosto pela leitura também nasceu de forma natural.

Gisela Lamarca: Sim. A leitura é algo que deixei muito disponível. A minha sala tem TV, que permanece mais tempo desligada, mas embaixo do móvel está cheio de livros. Então os livros vivem espalhados pela casa. A TV em casa é outra coisa que você acaba adaptando à rotina e você vê que ela é desnecessária. Não que ela não seja ligada, mas aqui em casa mexer na TV é esporádico, eu só libero para assistir a uma coisa ou outra. Se eu deixá-la ligada, os livros não vão entrar. Ela é uma tecnologia muito vibrante para a criança. E é injusta a competição do livro com uma TV, com um tablet, com um computador. Então eu realmente regulo a TV e a tecnologia. Com o mais velho também é assim. Ele está lendo dois livros ao mesmo tempo. E não era assim antes, ele ficava mais na TV. Foi uma coisa curiosa: minha TV estragou, foi para o conserto, demorou 60 dias para voltar. Nesse período, eles passaram a brincar e a ler. Eu pensei: por que vou deixar a TV ligada como antes? Só se eu for louca.

Prof. Carlos Nadalim: Foi um estrago providencial.

Gisela Lamarca: Foi. Foi bem na época do Carnaval. Eu brincava com eles: a intenção da Quaresma é ficar sem TV, olha que beleza!

Prof. Carlos Nadalim: Gisela, a conversa está muito boa, mas agora vou fazer as perguntas finais deste bate-papo. Gostaria que você falasse para os pais qual foi a dica – ou as principais dicas – que você extraiu do curso e poderia passar para eles?

Gisela Lamarca: Há muita coisa interessante. Nos exercícios e nas brincadeiras que aplicamos com eles, além de você estar lá interagindo com seu filho, em um momento só seu e dele, você também tem um retorno no desenvolvimento da linguagem, no aprendizado. E é muito gostoso estar junto com ele, brincando e se divertindo – e ele pedindo mais. Hoje em dia a gente não tem tempo, muita gente trabalha fora e não tem tempo com os filhos. E nessas brincadeiras você não gasta muito tempo. Lembro que eu ficava meia hora fazendo as brincadeiras com ele e isso já rendia. Alguém poderia pensar que fico a tarde inteira trabalhando as atividades com meu filho. Não, não fico. O trabalho é diário, todos os dias. Mas os exercícios duram tão pouco tempo que as crianças acabam pedindo mais. No curso, os pais que têm pouco tempo acabam conseguindo ter um tempo de qualidade com os filhos. Um dia esses filhos vão falar: “Aprendi isso com meu pai”. Quando começaram os exercícios de consciência fonêmica e consciência fonológica, o Alê falava: “Ah, então essas letrinhas formam tal palavra”. Eu fiquei impressionada, pois foi muito rápido! Ele começou no fim de junho e em outubro ele já estava lendo. Pensei: ele vai fazer 5 anos e está lendo! Eu fiquei assustada com aquilo, mas é lógico que também fiquei muito feliz. E as sílabas complexas saíram naturalmente. Eu não tinha de ficar falando “pra, pre, pri, pro, pru”. Ele sabia.

Prof. Carlos Nadalim: Aquela coisa do método silábico…

Gisela Lamarca: Isso! Porque, na verdade, a brincadeira da dramatização dos sons – que para eles é divertidíssima – os prepara para isso. Eu percebi isso e falava para todas as mães que permaneciam com os filhos na escola: “Brinquem com eles de som das letrinhas. Não é para falar ‘A, B, C’; frisem o som”. E elas falavam: “Ah, mas você é professora!”. Eu respondia que qualquer mãe faz isso, tem mil vídeos por aí.

Prof. Carlos Nadalim: Perfeito. Então a dica basicamente é esta: manter uma rotina, aplicar as atividades diariamente – elas não têm uma duração muito longa, até porque respeitamos aquele tempo de atenção que as crianças têm, entre 10 e 15 minutos para cada atividade.

Gisela Lamarca: Às vezes eu parava a atividade e dizia “Está bom por hoje”, mas eles queriam mais. Isso aconteceu até com o mais velho, que tem uma resposta muito mais rápida. No começo ele falava “Mãe, eu vou ter que fazer essa bobice?”, e eu dizia que essa “bobice” é que o iria ajudar. Depois ele percebeu, ele notou a diferença.

Prof. Carlos Nadalim: Ou seja, o Vinícius, com o passar do tempo, começou a perceber que melhorou seu desempenho em leitura graças às atividades do curso.

Gisela Lamarca: Ele passou a ler com mais fluência e disse que a culpa era do Nadalim. Ele tem 12 anos. Eu ia brincar com ele e ele falava “Ai, mãe, que mico!”, e eu dizia que ninguém estava vendo. E ele respondeu muito rápido por conta da idade.

Prof. Carlos Nadalim: Quando eu falo que há pessoas que carregam deficiências primárias, não estou brincando. Eu já usei as atividades desse curso com alunos do curso de Direito – como vocês sabem, eu atuei na universidade e ministrei aulas para alunos do curso de Direito. Formei um grupinho e usava as mesmas atividades com alunos de 19 a 25 anos. Eles também, com o passar do tempo, perceberam que seu rendimento em leitura melhorou muito. A mesma coisa aconteceu com o Vinícius. Gisela, muitíssimo obrigado por aceitar o nosso convite para gravar este vídeo, bater este papo. Eu fico sempre muito feliz quando acompanho as suas publicações no Facebook e na comunidade, com os resultados que você colheu com o Alê e o Vinícius. Tudo isso é motivo para continuarmos empolgados com o trabalho de levar para os pais, para as famílias atividades eficazes para que as crianças possam ter um alto desempenho em leitura e, o melhor de tudo, não sofrerem ao longo da vida escolar por uma má formação nesse período tão importante que é a primeira infância. Muitíssimo obrigado!

Gisela Lamarca: O prazer foi todo meu. Também estou muito feliz de participar.


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16 Comentários


  1. Ola, meu filho de 2 anos tem muito interesse por letras e numeros, ja reconhecendo o alfabeto todo em ingles e portugues, alem de numeros ate 100 nos dois idiomas.

    Ja identifica algumas palavras pelo metodo global que fez instintivamente. Tenho muita vontade de alfabetiza-lo, vez que ele anseia por isso.

    Gostaria de saber quando ocorrera o proximo curso

    P.S. Desculpe a falta de acentos e pontuacao, meu computador esta com problemas.

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  2. Olá, queria entender a vantagem de uma criança de 4 anos ser letrada. Me parece adiantar fase e amadurecer muito cedo. Você poderia me passar artigos que avaliem isso como algo seguro para o desenvolvimento infantil?

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  3. Olá, esse curso da para fora do Brasil? Sou de Portugal. Tenhonum filho de 6 anos que está super entusiasmado para aprender a ler, mas não sei como fazer. Tenho também uma filha com 8 anos que tem bastante dificuldade na leitura. Esse curso é pago? Qual o valor? Obrigada Carolina

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  4. Estou muito feliz por ter encontrado vocês! Eu aprendi a ler com a cartilha famosa rsrs meu pai me alfabetizou em casa eu tinha 4 para 5 anos e também tinha o hábito de ler diariamente para mim (ainda tenho o primeiro livro que ganhei dele ). Sempre tive facilidades com leituras e interpretação porém nunca tinha ouvido falar sobre o método fônico para alfabetização. Apenas quando cursei Letras na USP e nas aulas de linguística foi que aprendi como eram os fonemas (coisa que o professor parecia que estava revisando e que já deveríamos saber há muito tempo) e fiquei fascinada. Tive acesso a muitos textos que explicam como funciona a aquisição da linguagem que bate exatamente com o que vocês falam no e-book. Tenho uma filha de 4 anos e já brinco com ela com os sons das palavras e percebo como ela pega rápido. Porém na escola ela também está aprendendo da forma tradicional e venho tentando conciliar as duas coisas mas não está muito fácil. Agora que os encontrei, venho acompanhando as dicas, os vídeos e tem me ajudado muito! E com certeza minha outra filha de 1 ano e 7 meses terá ainda mais facilidade para aprender! Elas também já amam livros e sigo com o hábito da leitura compartilhada. Agora estou ansiosa pra participar do curso de vocês! Abraços!

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    1. Pâmela Arumaa

      Olá, Miriam! Aqui é a Pâmela, tudo bem?

      Que relato maravilhoso! Parabéns por sua dedicação. Bom saber que nosso conteúdo tem ajudado e está de acordo com o que pesquisou sobre o tema.

      Conte conosco!

      Abraços.

      Responder
    1. Arno Alcântara

      Olá, Gerlane! Para adquirir o curso, você precisa fazer sua inscrição pela internet, entre os dias 16 e 20 de novembro. Antes de adquirir o curso, você pode participar do breve treinamento gratuito, que irá ao ar entre os dias 03 e 15 de novembro. Deixe seu e-mail no site http://www.comoeducarseusfilhos.com.br/ensine-seus-filhos-a-ler-pre-alfabetizacao para receber as informações sobre a série gratuita e também sobre o curso. Abraço!

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    2. Quero ajudar meu filho,ele tem nove anos e tem muitas dificuldades,também poder alfabetizar a de 4anos,o q faço?

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  5. Obrigada Professor Carlos Nadalim, cada dia por aqui e pelo e-mail tenho enriquecido o meu conhecimento!!! A sentir-se ‪#‎agradecida‬ por tanto conhecimento 0800, isso é fenomenal <3 Num país onde os quais as pessoas só visam o lucro financeiro, vem você quebrar mais um paradigma. Abraços, Cláudia Freitas

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  6. Estou interessada no curso e publicação do método. Atenciosamente. Iara.

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    1. Arno Alcântara

      Que bom, Iara! Dia 03 entra no ar a série gratuita de vídeos. Você vai entender como funciona o método do prof. Carlos e terá plenas condições de avaliar o conteúdo do curso. Abraço!

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  7. Gosto muito dos vídeos de vocês e gostaria de saber se vocês tem alguma experiência em crianças especiais. Meu filho tem autismo moderado e está começando a falar esse ano.
    No aguardo

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    1. Arno Alcântara

      Oi, Raquel! Não temos experiência com crianças autistas. Mas em breve publicaremos uma entrevista com um especialista no assunto. Ela já está gravada. Aguarde!

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